Quantas vezes já ouviste ou disseste "é o karma"? Vivemos rodeados desta ideia de que existe um justiceiro invisível, sempre pronto a devolver na mesma moeda tudo o que fazemos. É quase reconfortante acreditar nisso... que há um equilíbrio que se faz sozinho, que há uma força a vigiar, que não depende de nós.

Mas Osho, neste livro, faz exatamente o contrário: tira-nos o conforto, arranca-nos a bengala do "coitadinho de mim" e atira-nos de volta ao lugar onde tudo começa: dentro de cada um de nós.

No livro "A Culpa Não É do Karma", Osho desmonta esta versão superficial do karma que tantos repetem sem pensar. Mostra como a usamos para não mudar nada: "Não sou eu, é o meu karma." E assim seguimos, presos à mesma história, aos mesmos erros, às mesmas culpas.

Página após página, somos convidados a largar a ideia de um castigo cósmico que nos persegue e a reconhecer o que, na verdade, temos: liberdade. Liberdade para usar a nossa inteligência, para agir de forma diferente, para escrever uma nova história que não esteja refém de desculpas.

Este não é um livro para quem gosta de se acomodar à sorte ou ao destino. É para quem quer parar de apontar o dedo ao universo e começar a olhar de frente para o que pode fazer hoje... sem culpados, sem justificações, sem medo.

No fundo, Osho lembra-nos: o karma não é um fantasma do passado. O karma és tu, agora. E o que fazes com isso, também.

A Culpa não é do Karma
de Osho
ISBN: 9789896879297
Edição/reimpressão: 06-2025
Editor: Pergaminho
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Espiritualidades


SOBRE O AUTOR
Osho foi, acima de tudo, um explorador da consciência. Passou a vida a mergulhar nos mistérios da espiritualidade, criando retiros de meditação, comunas e espaços de encontro onde partilhava a sua visão com quem quisesse escutar... e questionar. As suas palavras ecoaram por todo o mundo, em palestras que hoje vivem em mais de seiscentos livros traduzidos em dezenas de idiomas.

Curiosamente, Osho nunca se sentou para escrever um livro da forma tradicional. Tudo o que chegou até nós são transcrições das suas conversas, diálogos e reflexões ao vivo, porque ele acreditava no poder da palavra dita, viva, capaz de provocar, despertar e libertar.

Hoje, continua a ser o autor indiano mais lido no mundo: vende mais de um milhão de exemplares por ano e, geração após geração, atrai quem sente que a espiritualidade é um caminho de descoberta interior e não de dogmas prontos a engolir.


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Imagina isto: acordas numa manhã quente de Julho, o sol já entra pela janela e o cheiro a Verão cola-se à pele. É agora que faz sentido riscar da lista aquelas pequenas coisas que transformam dias comuns em memórias que sabem a sal e limão.

Sim, estou a falar daquela Bucket List de Verão que tantas vezes fica só no pensamento e que, este ano, merece ser vivida até à última gota de limonada.

- Fazer uma roadtrip
-Ver o pôr-do-sol
- Ler o livro
- Fazer limonada e sobremesas
- Ir à praia, rio e/ou piscina
- Visitar mercado de agricultores

Primeiro, claro: praia, rio e/ou piscina... tu escolhes. Pode ser uma manhã inteira a mergulhar até os dedos ficarem enrugados ou apenas aquele mergulho rápido depois de um dia de calor sufocante. Não importa o tempo, importa o mergulho.

Depois, se puderes, mete-te à estrada. Faz uma roadtrip, mesmo que seja curta. Põe uma playlist que te faça cantar sozinha no carro, leva snacks e deixa a estrada ditar o resto. Às vezes, o destino é só desculpa para o caminho.

Quando o dia começar a render menos luz, lembra-te de parar. Procura um lugar bonito, estende uma manta, fica quieta e vê o pôr do sol sem pressa. Há poucas coisas na vida que sejam tão simples e tão bonita.

No dia seguinte, acorda mais cedo e passa pelo mercado de agricultores da tua zona. Vai sem pressa. Fala com quem lá está, escolhe frutas que brilham ao sol, traz legumes, flores ou aquele pão que cheira a forno acabado de abrir.

Não deixes o corpo ficar preso ao sofá... caminha ao ar livre, nem que seja num trilho perto de casa ou no parque da cidade. Respira fundo, ouve o som do vento e lembra-te de que o Verão também é isto: movimento e calma ao mesmo tempo.

Naqueles momentos de pausa, abre as páginas de uma história nova. Começa um livro, mesmo que demores o Verão todo a lê-lo. Um capítulo na praia, outro à noite, outro ainda no banco de jardim.

E, por favor, não te esqueças de algo tão simples e tão perfeito: fazer uma limonada bem fresca. Limões, umas folhas de hortelã, muito gelo e aquele copo gelado que faz toda a diferença. Tão fácil e tão Verão. Faz também uma sobremesa fresquinha e saborosa. Aqui no blog encontras receitas que poderás fazer.

Se tiveres a sorte de apanhar uma sessão, aproveita: vê um filme ao ar livre. Leva um casaco leve, senta-te na relva ou numa cadeira improvisada e deixa o céu ser o teu tecto de cinema.

No fundo, é isto: uma Bucket List de Verão não tem de ser uma lista impossível. É um lembrete de que os dias quentes são feitos para viver devagar, saborear cada momento e guardar na memória aquilo que realmente importa.

Então, que tal? Vamos riscar tudo da lista juntas? 🌞


Hoje quero convidar-te a viver uma experiência profunda de conexão interior: publiquei no meu canal do YouTube um vídeo especial, “Kundalini Awakening 528Hz for Spiritual Rebirth”, pensado para te guiar num verdadeiro renascimento espiritual.

A energia Kundalini é para muitos, a força vital adormecida que habita na base da nossa coluna vertebral, uma serpente enrolada que quando desperta, ascende pela nossa espinha, desbloqueando chakras e expandindo a consciência. É um caminho de cura, poder pessoal e transformação.

Neste vídeo, combinei esta intenção de despertar com a frequência 528Hz, conhecida como a frequência do Amor Universal, da cura do ADN e da regeneração celular. Esta frequência é muitas vezes chamada de “Frequência dos Milagres”, pois actua profundamente no nosso campo vibracional, ajudando a dissolver bloqueios emocionais, mentais e espirituais.


Assiste aqui: https://youtu.be/k9OVA22z-SM

Escolhe um momento tranquilo do teu dia. Podes usá-lo durante uma meditação, uma prática de yoga ou simplesmente deitado, deixando o som envolver-te. Se quiseres, acende uma vela, usa incenso, ou coloca cristais ao teu redor, tudo o que fizer sentido para ti e para criares um ambiente sagrado.

Sente a vibração a percorrer o teu corpo. Visualiza a tua Kundalini a despertar, a subir em espiral, a abrir espaço para uma nova versão de ti mesmo, mais alinhada, mais consciente, mais livre.

Porquê ver e ouvir este vídeo?
Porque acredito que todos carregamos dentro de nós um potencial imenso de transformação. A música, as frequências e a intenção certa podem ser ferramentas preciosas para abrir portais internos que, muitas vezes, mantemos fechados por medo, cansaço ou distração.

Se sentires, guarda este vídeo nos teus favoritos, regressa a ele sempre que precisares de te reconectar contigo. Que seja um lembrete de que renascer é possível, sempre que assim o escolheres.
Deixa o teu comentário no YouTube e partilha comigo como te sentiste. Vou adorar saber!

Que este som te abrace e te guie no teu caminho de despertar.




Solidão. Só de ouvir a palavra, muitos de nós encolhem-se por dentro. É curioso como fugimos dela, como se fosse um bicho-papão pronto a devorar-nos quando a porta se fecha e o silêncio chega. É sobre este medo e esta fuga que Borja Vilaseca fala no seu livro "A Tua Melhor Companhia És Tu".

Vivemos rodeados de gente, mensagens, chamadas, encontros, redes sociais... tudo serve para não estarmos a sós. Tornámo-nos dependentes da presença dos outros, viciados naquilo que o autor chama de nicotina social. É uma dependência silenciosa, tão normalizada que quase ninguém lhe chama vício.

Mas, afinal, o que é que tememos tanto? Vilaseca faz a pergunta que muitos evitam: quem é que tem coragem de estar a sós consigo mesmo, sem filtros, sem distrações? Quem encara de frente as dores antigas, as feridas que carregamos desde a infância, o medo de sermos abandonados ou de não sermos amados?

Este livro é mais do que teoria: é um convite. Uma proposta de viagem, não para longe, mas para dentro. Cada página é um espelho que te pede honestidade: será que tens usado os outros para tapar buracos que só tu podes preencher?

Vilaseca desafia-nos a fazer uma pausa nesta pressa de estar sempre acompanhado. A olhar para dentro, sem truques. A escutar a criança interior que muitas vezes ainda chora por atenção e amor. A perceber que nenhum encontro, mensagem ou companhia externa vai substituir o abraço que tu mesmo podes dar a ti.

Talvez custe, no início. Talvez sintas medo, raiva, tristeza. Mas se ficares, se aguentares o silêncio, se aprenderes a saborear a tua própria presença, descobres que há dentro de ti um porto seguro. Um lugar onde não precisas de aprovação, de aplausos ou de companhia para te sentires inteiro.

“A Tua Melhor Companhia És Tu” é um livro para quem já percebeu que não é lá fora que se encontra o que falta cá dentro. Para quem quer aprender a viver consigo mesmo e não apenas a suportar-se, mas a gostar genuinamente de estar na própria companhia.

No fundo, a mensagem é simples: ninguém te pode dar aquilo que não dás a ti. E quando descobres isso, até a solidão muda de nome: passa a chamar-se liberdade.

A Tua Melhor Companhia És Tu
de Borja Vilaseca
ISBN: 9789896879501
Edição/reimpressão: 06-2025
Editor: Pergaminho
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Autoajuda

Outros livros do autor:


SOBRE O AUTOR
Borja Vilaseca
Borja Vilaseca é muito mais do que um autor de livros de desenvolvimento pessoal: é um verdadeiro agitador de consciências. Além de escrever, dá palestras, ensina, cria projetos educativos e desafia tudo o que damos por garantido na forma como vivemos e aprendemos.

Fundou a Kuestiona, uma comunidade viva de pensadores livres, exploradores espirituais e inconformistas, onde se partilham programas online para quem quer ser, na prática, a mudança que tanto deseja ver no mundo. É também o rosto por trás de La Akademia, um movimento cidadão que oferece, de forma gratuita, ferramentas de educação emocional e empreendedorismo a jovens, preparando-os para a vida real... aquela que não se ensina nos manuais.

Como se não bastasse, lançou ainda o Projeto Terra, uma proposta de escola consciente que quer transformar, de raiz, o sistema educativo. Todos estes projetos já atravessaram fronteiras, tal como os seus cursos online, que chegam a pessoas de todo o mundo.

Os seus livros, lidos em mais de 20 países, já tocaram mais de meio milhão de leitores... números que só confirmam o impacto de uma voz que não se limita a escrever, mas inspira ação. Borja é, em essência, alguém que desafia cada um de nós a assumir o comando da própria vida (dentro e fora das páginas).


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Diz-se que os grandes impérios não caem de um dia para o outro. Mas, por vezes, bastam os olhos de uma mulher, uma mente afiada e uma coragem feroz para abalar as estruturas mais sólidas da História. Cleópatra VII, a última rainha do Egipto, foi essa mulher.

Esquece, por uns momentos, a imagem de Cleópatra como sedutora envolta em luxo. Cleópatra foi muito mais do que o mito. Foi política, estratega, poliglota e líder. Falava várias línguas, incluindo o egípcio, algo raro entre os reis da sua dinastia, os Ptolemeus, que descendiam de gregos e raramente se misturavam com a cultura local. Cleópatra não só aprendeu a língua do seu povo, como também se posicionou como filha de Ísis, uma deusa-mãe egípcia, ganhando um lugar profundo no coração do Egipto.

Subiu ao trono aos 18 anos, ao lado do seu irmão, com quem alegadamente foi obrigada a casar por tradição dinástica. Mas rapidamente mostrou que não seria uma figura decorativa. Quando foi afastada do poder por disputas familiares, não desistiu: reuniu aliados, levantou um exército, e regressou para reclamar o trono. Foi nesse momento que o destino a cruzou com Júlio César, o poderoso general romano que viria a ser determinante no seu percurso.

A história entre Cleópatra e César tornou-se lendária, mas mais do que romance, foi uma aliança política audaciosa. Cleópatra sabia que, para proteger a independência do Egipto, teria de dialogar com Roma... e César via nela uma aliada estratégica no Oriente. Dessa relação nasceu um filho, Cesarião, que Cleópatra sonhou ver um dia como herdeiro não só do Egipto, mas também de Roma.

Após a morte de César, Cleópatra aliou-se a Marco António, outro dos homens fortes de Roma. Juntos tentaram formar um poder alternativo no Mediterrâneo. Dividiram territórios, criaram uma aliança político-afetiva e desafiaram abertamente Octávio (o futuro imperador Augusto), numa jogada que culminaria na célebre Batalha de Ácio.

A derrota foi inevitável. E quando perceberam que Roma não perdoaria, Cleópatra e Marco António escolheram a morte em vez da humilhação. Diz-se que Cleópatra se deixou morder por uma serpente, um gesto simbólico, ritual e profundamente egípcio. Com a sua morte, terminou também o Egipto faraónico. Roma assumiu o controlo total.

Mas o que sobreviveu, mais do que qualquer império, foi o mito de uma mulher que soube governar, amar, negociar, resistir e cair com dignidade.

Cleópatra não foi apenas a última rainha do Egipto. Foi a última a lutar até ao fim por um ideal de soberania e por uma visão própria do poder feminino. E, ao contrário de muitos homens que a tentaram apagar da história, ela continua viva na memória do mundo - como símbolo de inteligência, coragem e liberdade.


Vivemos numa correria constante. Os dias parecem sempre demasiado curtos para tudo aquilo a que nos propomos - trabalho, compromissos, redes sociais, responsabilidades familiares, até os momentos de lazer parecem encaixados a custo numa agenda sobrecarregada. E no meio de tudo isto, esquecemo-nos de parar. De respirar. De simplesmente ser.

As Coisas Que Só Vemos Quando Abrandamos, de Haemin Sunim, chegou para nos lembrar disso mesmo: há um mundo inteiro de beleza, compreensão e serenidade que só se revela quando abrandamos o passo. Este livro tornou-se um fenómeno mundial precisamente por tocar numa necessidade urgente e universal - a de reencontrarmos a calma, a atenção e a compaixão num tempo que nos empurra para a pressa e o automatismo.

Com textos curtos, simples e profundamente tocantes, o autor - um monge budista com um olhar sensível sobre a vida moderna - convida-nos a refletir sobre as nossas emoções, relações, trabalho e espiritualidade com mais gentileza. Não há julgamentos, nem fórmulas mágicas. Apenas a sabedoria de quem aprendeu que o modo como vemos o mundo depende do estado da nossa mente.

“Quando a mente descansa, o mundo faz o mesmo.”

Este é um daqueles livros que não se lê de uma só vez, mas sim aos poucos, como quem saboreia o silêncio. Abres numa página ao acaso e encontras exatamente aquilo que precisavas de ouvir. É um companheiro de viagem para os dias em que o mundo pesa demais, e uma bússola discreta para voltares ao que é essencial.

Ao abrandar, não perdemos tempo - ganhamos vida. E este livro é o lembrete gentil de que, para nos reencontrarmos, só precisamos de parar um pouco e escutar.

As Coisas que Só Vemos Quando Abrandamos
de Haemin Sunim
ISBN: 9789896879518
Edição/reimpressão: 06-2025
Editor: Pergaminho
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 238 x 10 mm
Páginas: 192
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Espiritualidades

SOBRE O AUTOR
Haemin Sunim é muito mais do que um monge budista - é uma voz serena e profundamente humana no meio do ruído do mundo moderno. Natural da Coreia do Sul, partiu ainda jovem para os Estados Unidos para estudar cinema, mas foi no silêncio interior que encontrou a sua verdadeira vocação. O fascínio pela espiritualidade levou-o a abraçar a vida monástica, e hoje é conhecido internacionalmente pelos seus ensinamentos sobre atenção plena, compaixão e equilíbrio emocional.

Com uma formação académica de excelência - estudou em Harvard e doutorou-se em Princeton - Haemin tornou-se o primeiro monge coreano a lecionar religião numa universidade norte-americana. Divide atualmente o seu tempo entre Nova Iorque e a Coreia do Sul, e tem dedicado a sua vida a tornar acessível a sabedoria budista a todos aqueles que procuram viver com mais leveza e sentido.

Com uma escrita delicada, clara e profundamente tocante, Haemin Sunim convida-nos a olhar para dentro com gentileza - porque, como ele próprio diz, quando cuidamos da nossa mente, cuidamos também do mundo.

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Já paraste para pensar em como a tua casa reage ao tempo lá fora? Quando está frio, gasta-se energia para aquecer. Quando está calor, ligam-se ventoinhas ou ar condicionado. E no meio disto tudo, pagamos a conta - tanto em euros como em impacto ambiental.

Mas e se a casa trabalhasse por ti, aproveitando o sol, o vento e até a inércia térmica das paredes para manter o conforto sem grandes consumos? Parece coisa de futuro, mas é exatamente disso que trata a arquitetura bioclimática, também conhecida como arquitetura passiva. E a verdade é que é tão antiga quanto atual.
 

O que é a arquitetura bioclimática?

A arquitetura bioclimática é um modo de projetar edifícios que dialogam com o clima do local onde estão inseridos. Ao invés de combater a natureza com máquinas, esta abordagem procura tirar partido das condições naturais — como a orientação solar, os ventos dominantes, a humidade e a temperatura - para garantir conforto térmico e eficiência energética.

No fundo, trata-se de usar a inteligência do próprio espaço para regular o ambiente interior, reduzindo (ou até eliminando) a necessidade de sistemas artificiais de climatização. Menos consumo, menos poluição, mais bem-estar. Ganha o planeta - e ganhas tu.

Princípios base da arquitetura passiva

Não é magia, é estratégia - bem pensada e aplicada com sensibilidade:
Orientação solar
A posição do sol muda ao longo do dia e das estações, e a casa deve estar virada para o aproveitar. Janelas maiores a sul para captar calor no inverno, proteções como beirados ou estores para evitar o sobreaquecimento no verão. Tudo pensado ao detalhe.

Isolamento e inércia térmica
Paredes e coberturas bem isoladas reduzem perdas de calor no inverno e mantêm o fresco no verão. Já a inércia térmica (capacidade dos materiais de armazenar e libertar calor lentamente) ajuda a suavizar as variações de temperatura ao longo do dia.

Ventilação cruzada
Abrir uma janela nem sempre chega. Com a ventilação cruzada, o ar entra por um lado da casa e sai por outro, criando uma corrente natural que refresca o espaço de forma eficiente - sem barulho, sem consumo.
 
Elementos naturais
Pátios interiores, jardins verticais, pérgulas com trepadeiras… Tudo isto pode ser usado para criar microclimas, melhorar a qualidade do ar e contribuir para o conforto geral da casa.

Iluminação natural
Luz a mais aquece, luz a menos obriga a acender lâmpadas. Um bom projeto bioclimático encontra o equilíbrio ideal, usando claraboias, aberturas estratégicas e materiais reflectores para maximizar a luz natural sem aquecer em demasia.

E isto aplica-se só a casas novas?

Nem por isso. É claro que o ideal seria pensar nestas soluções logo na fase de projeto, mas muitos dos princípios da arquitetura bioclimática podem ser aplicados em remodelações ou pequenas melhorias:
- Trocar janelas por modelos com bom isolamento térmico;
- Reorganizar os espaços para aproveitar melhor a luz natural;
- Plantar árvores caducas junto à fachada sul (sombras no verão, sol no inverno);
- Usar materiais naturais que “respiram”, como a cal ou o barro.

Mais do que uma tendência, um regresso ao essencial
A arquitetura bioclimática não é apenas uma questão de eficiência. É uma filosofia de habitar. Uma forma de respeitar o lugar, o clima, e o ciclo natural das estações. É viver com o tempo - e não contra ele.

E no meio da crise climática, da subida de preços da energia, e de uma crescente procura por conforto consciente, esta abordagem faz todo o sentido. Não estamos a falar apenas de casas mais sustentáveis, mas também de espaços que cuidam de nós, do nosso corpo e do nosso bem-estar, todos os dias.

Se estás a pensar construir, remodelar ou simplesmente tornar a tua casa mais eficiente, a arquitetura bioclimática pode (e deve) fazer parte da equação. Não é preciso ser engenheiro para perceber o valor disto: trata-se de fazer escolhas inteligentes, baseadas na natureza, que funcionam hoje e continuarão a fazer sentido no futuro.

Porque no fim do dia, a casa ideal não é só aquela que nos abriga da chuva ou do frio. É aquela que nos acolhe em equilíbrio com o mundo lá fora.

Há coleções que nos tocam não só pelo aroma, mas pelo que nos fazem sentir. A Coleção Beachside Wander da Manulena é um convite para abrandar, respirar fundo e deixar que o verão entre casa adentro... mesmo nos dias em que a praia parece distante. Com um design elegante e inspirado na tranquilidade do oceano, estas peças transformam qualquer espaço num refúgio à beira-mar. Seja através da chama suave de uma vela ou da subtileza de um difusor, cada detalhe foi pensado para evocar aquela leveza própria dos dias quentes e despreocupados. Uma linha sofisticada que combina elegância, frescura e aquele estilo despretensioso que só o verão tem.



As peças Difusor em sticks Beachside Wander e as Velas Perfumadas Beachside Wander (com 1 pavio e 4 pavios) com o seu design simples e sofisticado, em vidro azul translúcido lembra-nos a cor serena do mar nas primeiras horas do dia. A combinação do vidro azul com a cera clara cria um efeito visual hipnotizante, como se estivesses a contemplar o horizonte a partir da areia. A fragrância das velas é a mesma que do difusor, mas com o calor da chama, ganha uma profundidade ainda mais envolvente, tornando-a ideal para momentos de relaxamento, meditação, banho ou simplesmente para te fazer companhia num final de dia tranquilo, com um livro e uma bebida refrescante. São discretas e ao mesmo tempo cheias de presença... perfeitas para criar um ambiente calmo e refrescante, sem esforço.

Já as peças Vela Coral e Difusor em Stick Coral Beachside Wander são inspiradas nas formas orgânicas dos recifes e corais. Com um design leve e texturado, quase como se tivessem sido moldados pelas próprias ondas do mar, a sua cor branca remete-nos para a pureza da luz solar reflectida na areia, e a estrutura escultural torna-as em peças de destaque em qualquer espaço... discretas, mas impossíveis de ignorar.

Há cheiros que nos transportam, que nos agarram pela memória e nos levam, de olhos fechados, para lugares onde o tempo abranda e o coração respira. É isso que acontece quando deixas que a fragrância Beachside Wander se instale no teu espaço. 

Fragrância Beachside Wander

A fragrância Beachside Wander transporta-nos para as recordações daquele passeio à beira-mar e entrega a tranquilidade que procuras depois de um dia atarefado. As notas de folha de figueira, heliotropo e madressilva abrem o caminho, suaves e envolventes, como o aroma morno das dunas ao final da tarde. Respira fundo... e deixa-te levar.

No coração desta essência, sentes a frescura que só a brisa do mar sabe oferecer. A calamondina traz uma leve acidez frutada, enquanto o lírio-do-vale e o petit grain se equilibram num toque floral fresco, que limpa a mente e refresca o espírito.

E depois... depois vem o abraço. Aquele calor que nos aconchega quando o sol já se põe mas ainda sentimos a sua presença na pele. As madeiras à deriva, o âmbar seco e o almíscar criam uma base quente e serena, que permanece subtil no ar: elegante, discreta e profundamente acolhedora.

Esta é uma coleção ideal para dar vida a qualquer divisão da casa: a uma sala, uma cozinha, um quarto, uma casa de banho ou até uma entrada. Não precisa de muito para transformar o ambiente... basta estarem ali, a libertar lentamente o verão em forma de perfume. E mais do que perfumar, o design de toda a coleção eleva qualquer espaço. 

Se procuras leveza, sofisticação e aquela sensação de “estou exatamente onde devia estar”, então este é o toque de verão que faltava na tua decoração. 

Chegaram as promoções de verão! Durante o mês de julho, visita a loja online Manulena e decora a tua casa com os teus produtos preferidos (e aqueles que queres muito experimentar). Campanha válida de 1 a 31 de julho de 2025, limitado ao stock existente e exclusivo para compras na loja online.

SOBRE A MANULENA
"A história da Manulena começa há 50 anos quando Manuel Pedro Custódio, um homem determinado e ambicioso, começou a ir de bicicleta à porta das igrejas e do Santuário de Fátima para vender as velas de culto que ele próprio produzia. Fundada em 1968, rapidamente fez crescer o negócio e, das velas religiosas e de iluminação, a Manulena avançou para linhas de decoração, ambiente e, já recentemente, para a cosmética. De pais para filhos, a empresa cresceu sempre de forma sustentável e com elevados padrões de excelência. Isto permitiu exportar para as melhores marcas internacionais de exigentes mercados de luxo como o Reino Unido, Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos, numa quantidade que corresponde já a mais de metade da sua faturação. O objetivo é continuar a apostar no investimento tecnológico e humano e, assim, cumprir a missão de fazer crescer a empresa e de preservar o nome e a história alcançados ao longo destes 50 anos de atividade." - em "Sobre Nós"

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*Este post não é patrocinado. Os artigos da marca Manulena foram gentilmente enviados a título de cortesia, sem qualquer obrigação de partilha ou divulgação. O que aqui encontras é uma recomendação genuína e sentida. Sou cliente há mais de cinco anos e continuo a adquirir e recomendar os seus produtos com total confiança - seja a clientes, amigos ou familiares.



E se te dissesse que o teu corpo te fala todos os dias? Que cada dor, tensão ou desconforto é, na verdade, uma mensagem? E que tens dentro de ti todas as ferramentas para compreender e curar aquilo que te afeta?

A Linguagem Secreta do Seu Corpo não é apenas mais um livro sobre saúde - é um verdadeiro manual de reconexão contigo mesmo. Um bestseller internacional que veio transformar a forma como compreendemos o bem-estar, ao mostrar que o corpo não adoece por acaso, nem “fala” por capricho. Cada sintoma é um sinal, e aprender a decifrá-lo pode mudar radicalmente a tua vida.

Com uma abordagem profunda, mas ao mesmo tempo acessível, este livro oferece as chaves para interpretares os sinais do teu corpo a vários níveis - emocional, mental, espiritual e energético. Mais do que tratar sintomas, convida-te a ir à raiz das questões. A compreender, aceitar e transformar.

Ao longo das páginas, vais encontrar um método único e estruturado que te ajuda a identificar padrões, emoções reprimidas e bloqueios energéticos que se manifestam fisicamente. E, o mais importante, vais descobrir como ativar a tua inteligência terapêutica inata - essa capacidade natural que todos temos de restaurar o equilíbrio e a saúde.

Este livro é um verdadeiro guia para quem quer viver com mais consciência, harmonia e vitalidade. Porque o teu corpo não é teu inimigo - é teu aliado. Só precisa que o escutes com atenção… e com amor.


SOBRE O LIVRO
A Linguagem Secreta do seu Corpo
de Inna Segal
ISBN: 9789896879723
Ano de edição: 05-2025
Editor: Pergaminho
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 239 x 14 mm
Páginas: 272
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática:
Livros > Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Autoajuda
Livros > Livros em Português > Saúde e Bem-Estar > Vida Saudável

SOBRE A AUTORA
Inna Segal
Inna Segal é uma das vozes mais inspiradoras no campo da cura energética a nível mundial. Autora, terapeuta intuitiva e conferencista reconhecida, é a criadora do método Visionary Intuitive Healing®, que tem vindo a transformar vidas em todo o mundo. Com uma sensibilidade rara e uma profunda ligação ao universo da medicina energética, Inna dedica-se a guiar pessoas no caminho da cura interior, ajudando-as a despertar o seu poder natural de regeneração, equilíbrio e bem-estar. A sua missão é clara: tornar acessível a todos a possibilidade de viver com mais consciência, saúde e felicidade.

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Já alguma vez reparaste como te sentes imediatamente mais tranquilo quando estás rodeado pela natureza? Seja uma caminhada no meio do verde, o som de um riacho a correr, ou simplesmente a luz suave do sol a entrar pela janela... há algo nesses momentos que nos recentra, que nos traz de volta a nós próprios.

É precisamente essa a essência do design biofílico: reconectar-nos com a natureza dentro dos espaços que habitamos no dia a dia. E não, não se trata apenas de encher a casa de plantas (embora também ajude!). É uma filosofia que vai muito mais fundo, que nos convida a repensar a forma como vivemos e como interagimos com o ambiente à nossa volta.

O que é, afinal, o design biofílico?

O termo “biofílico” vem da palavra biofilia, que significa “amor à vida” ou “amor à natureza”. O design biofílico parte do princípio de que nós, seres humanos, temos uma necessidade inata de estar em contacto com o mundo natural... uma necessidade que, muitas vezes, ignoramos ao viver em ambientes urbanos, fechados, artificiais.

Este tipo de design procura integrar elementos naturais de forma intencional e sensorial nos espaços interiores, criando ambientes mais saudáveis, harmoniosos e inspiradores.

Como aplicar o design biofílico em casa?

Não é preciso fazer uma renovação total (a menos que queiras!). Muitas vezes, pequenos gestos podem fazer uma grande diferença. Aqui ficam algumas ideias para começares:
Verde vivo

Plantas são, talvez, o elemento mais óbvio... e mais eficaz. Escolhe espécies que se adaptem bem à luz da tua casa e distribui-as pelos vários espaços. Uma planta suspensa na cozinha, um vaso grande na sala, ou até um pequeno jardim vertical no hall de entrada podem mudar completamente a energia do lugar.

Luz natural
Aproveita ao máximo a luz natural. Abre as janelas, afasta os móveis que bloqueiam a entrada do sol, opta por cortinas leves. A luz do dia tem um impacto brutal no nosso humor e no nosso ritmo biológico.

Materiais naturais
Madeira, pedra, cortiça, barro, linho… Os materiais naturais não só são mais sustentáveis, como também criam ambientes mais acolhedores. Troca aquele tampo de plástico por madeira maciça ou escolhe almofadas em algodão cru. A textura importa e muito.

Elementos de água
Se conseguires, integra a água no teu espaço. Uma pequena fonte de mesa, uma bacia com pedras e água, ou até um aquário podem trazer uma sensação de serenidade e movimento subtil ao ambiente.

Cores da natureza
Verdes suaves, castanhos-terra, azuis profundos, beges quentes. As cores que encontramos na natureza ajudam-nos a relaxar e a sentir-nos mais “em casa”. Evita cores muito artificiais ou saturadas... procura tons que evoquem o exterior.

Porquê apostar no design biofílico?

Além da estética, o design biofílico tem benefícios reais para a saúde física e mental. Vários estudos mostram que a exposição a elementos naturais:
- Reduz o stress e a ansiedade;
- Aumenta a concentração e a criatividade;
- Melhora o sono e o bem-estar geral;
- Reforça o sistema imunitário.

Num mundo acelerado, hiperconectado e, muitas vezes, desconectado do essencial, o design biofílico surge como uma espécie de regresso às origens. Um convite para vivermos de forma mais simples, mais consciente - mais humana.

A natureza como aliada

Não se trata de criar uma floresta dentro de casa. Trata-se de reencontrar o equilíbrio que muitas vezes perdemos. De devolver à nossa casa - e à nossa vida - um pouco do que é natural, verdadeiro e essencial.

Se estás à procura de uma mudança no teu espaço (e, quem sabe, também em ti), o design biofílico pode ser o primeiro passo.

Então, que tal começares hoje? 



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